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Os 10 maiores reinos de isekai da história dos animes, ranqueados
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Os 10 maiores reinos de isekai da história dos animes, ranqueados

Do Império Eldant ao Reino Feiticeiro de Overlord, o CBR ranqueou os dez reinos mais marcantes do isekai, destacando política, conflitos e governantes que definem cada história.

O portal Comic Book Resources publicou um ranking com os dez maiores reinos do gênero isekai nos animes. A lista destaca mundos que vão muito além de um trono luxuoso e de um rei capaz de lançar magia: os melhores reinos trazem política complicada, rivais perigosos e decisões de governantes que podem salvar ou destruir uma nação.

A seleção reúne países que dividem opiniões, seja por sua administração desastrosa ou por sua força assustadora. Confira a ordem apresentada:

  1. Império Sagrado de Eldant (Outbreak Company): um portal liga o império ao Japão moderno e transforma o conhecimento otaku de Shinichi Kanou em ferramenta diplomática. A imperatriz Petralka comanda o local, misturando orgulho real e entusiasmo geek. O reino se diferencia por resolver as coisas com cultura pop em vez de guerras, embora tenha menos espaço para brilhar em conflitos políticos maiores.

  2. Reino de Asturia (A Visão de Escaflowne): mostra como é difícil governar quando a família real tem problemas próprios. A princesa Millerna precisa escolher entre o dever e seus desejos, enquanto as alianças do reino arrastam seus líderes para batalhas inevitáveis. Sem poderio esmagador, Asturia ganha destaque ao dar um lado humano à guerra.

  3. Shin Makoku (Kyo Kara Maoh!): um reino de demônios com nobres, tradições e um governo de verdade. Yuri Shibuya, um adolescente humano comum, é promovido de repente a rei e precisa aprender a governar. As tensões entre demônios e humanos e os poderosos combatentes do reino dão peso à trama, ainda que a comédia roube a cena da política.

  4. Reino de Melromarc (The Rising of the Shield Hero): convoca quatro heróis para salvar o mundo e transforma um deles em inimigo público. Preconceito religioso e manipulação real fazem Naofumi Iwatani lutar por sua reputação antes mesmo de cumprir sua missão. A rainha Mirellia traz sensatez ao caos ao retornar e enfrentar a corrupção ligada ao rei Aultcray e a Malty.

  5. Lugnica (Re:Zero): a família real se extingue e cinco candidatas disputam o trono. Emilia tem a desvantagem de se parecer com a Bruxa da Inveja, o que torna difícil conquistar a confiança popular. Crusch Karsten traz disciplina militar, Priscilla Barielle confia plenamente em seu direito de governar e Anastasia Hoshin transforma senso de negócios em influência política.

  6. Reino de Kei (The Twelve Kingdoms): Youko Nakajima não parece destinada a reinar quando a história começa. A estudante japonesa é levada a um mundo onde ser monarca exige muito mais do que sentar em um trono. Seu crescimento gradual e os erros que comete dão ao reino uma profundidade rara no gênero.

  7. Reino de Elfrieden (How a Realist Hero Rebuilt the Kingdom): o desafio de Kazuya Souma não é um exército de monstros, mas a economia fraca, os serviços públicos e um governo sem estrutura. Em vez de partir para a batalha, ele investe em agricultura, infraestrutura e gastos públicos. A absorção de Amidonia amplia sua influência e mostra como uma boa liderança pode conquistar o que a força bruta não consegue.

  8. Elchea (No Game No Life): a humanidade está no fim da hierarquia racial do mundo, cercada por oponentes com habilidades mágicas. Sora e Shiro dão ao reino uma chance real usando raciocínio afiado e confiança absurda. Cada vitória permite recuperar terreno perdido, e a ascensão de Elchea depende de enxergar as brechas que ninguém mais notou.

  9. Império Saderano (Gate): depois de anos conquistando territórios, os soldados esperam mais uma vitória fácil quando um portal se abre para o Japão moderno. Tanques, helicópteros e armas de fogo modernas desmontam o exército acostumado a espadas e cavalaria. Além da derrota militar, facções rivais disputam influência, enquanto a princesa Pina Co Lada percebe que a diplomacia é melhor do que enviar mais soldados para a morte.

  10. Reino Feiticeiro (Overlord): ocupa o topo porque poucos governantes isekai parecem tão assustadores. Após conquistar E-Rantel, Ainz Ooal Gown ergue uma nação sustentada por soldados mortos-vivos que nunca se cansam nem entram em pânico, além dos guardiões de Nazarick. O toque de comédia vem de Ainz nem sempre saber o que está fazendo, enquanto Demiurge transforma suas ações em planos grandiosos.

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